Cansei de noticia ruim. Chega de tragédia, de mais uma capa pra vender revista, matéria bizarra, espaço que podia ser rico desperdiçado e aquela sensação de estagnação, de que tudo está perdido, de que se anda em círculos.
De tudo que busquei, nada foi documentado, pra quase nada foi usado e com poucos foi dividido. Então, pra ter certeza que tem solução, que estamos em movimento e em crescimento constante, estamos aqui. Evoluindo.
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Posted on Wednesday, 16 May | Comments
Posted on Friday, 11 May | Comments
“It is vital that young people, the guardians of our future, develop a strong awareness of the futility of violence and war. They can learn from the examples of Mahatma Gandhi and Martin Luther King, Jr., that non-violence is the best way to ensure peace in the long term. Because the twentieth century was a century of violence, let us make the twenty-first a century of dialogue.” — Dalai Lama
Posted on Monday, 9 April | Comments

Além de difícil, tratar o câncer também é sofrido: as sessões de quimioterapia e radioterapia têm efeitos colaterais fortes. Mas e se a pessoa pudesse ir ao hospital, tomar uma injeção inofensiva, receber uma aplicação de luz e voltar para casa curada, sem efeitos adversos? Parece até mágica, mas está se tornando realidade. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA desenvolveram uma nova técnica, a fotoimunoterapia, que utiliza raios de luz infravermelha (invisível a olho nu) para destruir tumores.
Posted on Thursday, 22 March | Comments

Você já pensou sobre o destino final do sapato que está usando neste momento? “O brasileiro tem o hábito de doar os sapatos que não usa mais, mas ao fim do ciclo de vida, ele acaba indo para o aterro sanitário”, conta a professora e pesquisadora da USP, Tereza Cristina Carvalho. Então, o acessório fica anos e anos em decomposição, fazendo ainda mais volume em um local que já está saturado.
Pensando nisso, a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e o Laboratório de Sustentabilidade da Escola Politécnica da USP desenvolveram um selo verde. E a ideia é que em futuro bem próximo ele estampe boa parte dos calçados. A presença dele garantirá que a produção do acessório gastou menos energia que a versão convencional; que os materiais que o compõem não são tóxicos; e que se decompõem mais rápido.
Posted on Thursday, 22 March | Comments
Posted on Tuesday, 20 March | Comments

Posted on Saturday, 11 February | Comments
Uma dinâmica de grupo (ou workshop) idealizada por Jane Elliot no fim dos anos 60, quando foi aplicada em forma de exercício na escola onde lecionava. Ganhou um prêmio Emmy. “Olhos Azuis” (Blue Eyed) mostra como o preconceito pode ser gerado, enraizado e multiplicado, numa pessoa ou grupo, até que se torne real, gerando discriminação, baixa auto-estima. Como uma pessoa (ou grupo) pode ser mantida num estado de inferioridade e desvantagem; com a sociedade construindo e perpetuando “ferramentas” para isso. Aqui, a discriminação baseada na cor dos olhos (azuis), espelha o que ocontece em nosso cotidiano. Na palestra, as pessoas com olhos azuis recebem os rótulos negativos usados contra mulheres, negros, homossexuais, deficientes, judeus… Blue Eyed é um documentário incrível, indispensável, impactante, forte. Que sirva de lição. “Se algum branco gostaria de receber o mesmo tratamento dados aos cidadãos negros em nossa sociedade, levante-se. (…) Ninguém se levantou. Isso deixa claro que vocês sabem o que está acontecendo. Vocês não querem isso para vocês. Quero saber por que, então, aceitam isso e permitem que aconteça com os outros.” - Jane Elliot janeelliott.com/
Posted on Saturday, 4 February | Comments
Posted on Monday, 30 January | Comments
A explosão de uma estrela supernova em uma galáxia a 21 milhões de anos-luz deu a cientistas um raro vislumbre de como a explosão de estrelas pode gerar vida no universo. Astrônomos capturaram as imagens da explosão da supernova SN2011fe, na galáxia Cata-vento na constelação de Ursa Maior, apenas 11 horas depois do evento. Três telescópios poderosos localizados na Terra e o telescópio espacial da Nasa, o Swift, foram usados para estudar a explosão e os resultados da observação mostraram com detalhes nunca vistos antes como elementos mais pesados - como oxigênio e ferro - foram atirados para fora da bola de fogo em expansão resultante da explosão. Com o tempo estes elementos vão se transformar nos blocos de construção de novos sistemas solares e, possivelmente, de seus habitantes vivos. “A compreensão de como estas explosões gigantes criam e misturam materiais é importante, pois é das supernovas que pegamos a maioria dos elementos que formam a Terra e até nossos corpos, por exemplo, estas supernovas são uma grande fonte de ferro”, explicou Mark Sullivan, da Universidade de Oxford, que participou da pesquisa. “Então somos todos feitos de pedaços de estrelas que explodiram”, acrescentou. A SN2011fe é uma supernova do Tipo 1 e a observação da explosão deu aos cientistas informações valiosas sobre como as explosões ocorrem nesta classe de estrelas. As supernovas do Tipo 1 são importantes, pois sempre produzem a mesma quantidade de luz e isto permite que os astrônomos as usem como “velas cósmicas” para determinar o tamanho e a taxa de expansão do universo. Mas a forma precisa como estas explosões ocorriam era um mistério. “O que causa estas explosões dividia profundamente a comunidade astronômica. A SN2011fe é como uma Pedra de Rosetta das supernovas do Tipo 1”, disse o professor Shri Kulkarni, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, um dos autores da pesquisa sobre a explosão publicada na revista Nature. Os cientistas conseguiram calcular o momento da explosão com uma diferença de 20 minutos. Peter Nugent, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, localizou o sinal da supernova pela primeira vez em agosto, enquanto analisava dados coletados pelo telescópio no Monte Palomar, Califórnia. “Nossas primeiras observações confirmaram algumas suposições a respeito das supernovas do Tipo 1 (…). Mas este olhar mais aproximado também nos fez descobrir coisas que ninguém tinha sonhado antes”, disse. via BBC Brasil20 minutos
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Medida vale para a subida e foi tomada depois de mobilização de ciclistas.
SÃO PAULO - Uma mudança aparentemente simples - mas que exigiu a mobilização de quatro entidades, a produção e divulgação de um vídeo na internet e a publicação de uma carta aberta ao presidente do Metrô - vai começar a vigorar na rede metroferroviária a partir do próximo sábado, dia 4: passageiros que embarcam com bicicletas poderão subir as escadas rolantes.
Quem não usa a bicicleta pode não ver a importância da medida, mas quem tem de subir os (vários) lances de escadas comuns das estações para chegar à rua sabe o que significa ter de carregar os 20 quilos que uma bicicleta pesa, em média - peso equivale a um botijão de gás cheio.
O transtorno se tornou público há uma semana, quando uma campanha reivindicando mudanças na política do Metrô sobre bicicletas teve início nas redes sociais. Um vídeo mostrando um ciclista no Metrô e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) subindo e descendo as escadas carregando a bicicleta nas mãos passou a ser difundido na rede.
Pelas regras do Metrô e da CPTM, em vigor desde 2007, a entrada das bikes só era permitida caso o ciclista a carregasse ao seu lado e usasse as escadas comuns para subir e descer até as plataformas.
Durante a semana, as bicicletas só são permitidas depois das 20h30 - a média é de 53 passageiros por dia. Aos sábados, após as 14 horas. Já aos domingos, a entrada é liberada o dia todo - e o número de usuários costuma se multiplicar por dez: a média é de 573 usuários, segundo informações do Metrô.
Vídeo. Com cara de propaganda publicitária, as cenas do vídeo são intercaladas com frases como a comparação do peso da bicicleta com um bolo para 200 pessoas, uma criança de 5 anos ou três pneus de carro. Há ainda a pergunta: “Você acha que todo mundo que pedala - mulher, homem, idoso, jovem, criança - tem esse equilíbrio na escada e força nos braços?”.
A produção do vídeo envolveu 15 pessoas, dos grupos Bike Anjo, Coletivas, Coletivo Cru e Vá de Bike, e foi feita no fim de janeiro.
Segundo o advogado Raphael Monteiro de Oliveira, de 31 anos, do Bike Anjo, a campanha começou depois da publicação de uma entrevista com o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, em que ele também se dizia usuário de bicicletas.
Antes, os ativistas já haviam tentado mudar a regra. “O primeiro contato de que temos notícia foi feito por meio da Ouvidoria do Metrô, que respondeu de forma lacônica”, conta.
Para o alto. Segundo o Metrô, depois de saber da solicitação, técnicos da companhia estudaram o assunto e concluíram que a liberação só poderia acontecer para subir as escadas rolantes - havia chance de os usuários não aguentarem o peso delas nas escadas que estão descendo.
A mudança vale para o Metrô, incluindo a Linha 4-Amarela e para os trens da CPTM.
via Estadão